
Sobre mim
Jornalista (Universidade Federal de Mato Grosso - 2015), roteirista (Academia Internacional de Cinema - 2018) e dramaturgo (Universidade do Estado de Mato Grosso - 2020). Três formações ancoradas na lida com a palavra, porém em diferentes linguagens. E também me arrisco como letrista e poeta.
Além do domínio de técnicas de construção textual em várias linguagens (jornalismo/redator, roteiro, dramaturgia), também tenho experiência profissional em veículos de diferentes meios de comunicação (sites, revista, jornal impresso e redes sociais).

JORNALISMO CULTURAL

MATÉRIA: Personalidades da cultura de MT são vacinadas e refletem sobre pandemia
2021 - Leia Agora (Portal de Notícias)
TRECHO: É difícil mensurar as perdas de profissionais ligados ao setor cultural, perdas que abarcam os mais variados sentidos da palavra. A classe artística "dança na corda bamba de sombrinha / e em cada passo dessa linha / pode se machucar", como diriam os afamados versos de Aldir Blanc, poeta que, após ser vítima da covid-19, batizou a Lei Federal que destina recursos aos artistas mais afetados pela pandemia. A mesma canção diz que "a esperança equilibrista / sabe que o show de todo artista / tem que continuar", portanto, aos que ficam, resta buscar alterativas para sobreviver enquanto se vislumbra um futuro com texturas de passado.
MATÉRIA: “Em Cuiabá não me chamam nem pra chupar caju”, ironiza artista selecionado para uma das mais importantes mostras do país
2019 - Pensar Cultura (Site)
TRECHO: Gervane se diz satisfeito – mas não surpreso – com a seleção de seu nome, uma vez que reconhece, sem falsa modéstia, a consistência da própria obra, que figura com cada vez mais frequência em mostras nacionais e internacionais. O que lhe causa surpresa, na verdade, é a ausência deste mesmo reconhecimento em sua terra natal, onde, por sinal, ainda reside. “Nessas comemorações dos 300 anos de Cuiabá não me chamam nem pra chupar caju, nem pra riscar uma viola-de-cocho”, brinca.


MATÉRIA - Álbum de Karola Nunes mistura regionalismos e experimentalismos
2019 - Pensar Cultura (Site)
TRECHO: E os mato-grossenses engrossam este caldo musical muito bem temperado por Karola. A rapper Pacha Ana – rondonopolitana radicada em Cuiabá – participa de uma das faixas, assim como Habel Dy Anjos e sua viola de cocho na música que dá nome ao álbum, exaltando a relação da cantora com a música local.
MATÉRIA: "Sou exemplo do avesso", diz Luciene Carvalho sobre filme quase autobiográfico
2021 - Leia Agora (Portal de Notícias)
TRECHO: Ela costuma, em cada frase que constrói, listar adjetivos, substantivos ou verbos como se todos servissem para compor o sentido desejado. Ou talvez nenhum, por isso a busca. Seja como for, ela tem total domínio sobre a linguagem das palavras, mas não a do audiovisual. "É uma perda de controle a partir do momento que uma arte potente, como o cinema, me olha, me registra e me narra”.


JORNALISMO (OUTRAS EDITORIAS)

MATÉRIA - Eder, o ilusionista: retrospectiva do ex-homem forte de Blairo Maggi e Silval Barbosa
2015 - Olhar Direto (Portal de Notícias)
TRECHO: Moraes trabalhava no Banco Real. Em seguida, passou para a Caixa Econômica, onde se tornou sub-gerente e, posteriormente, gerente. [...] Também gerenciou os bancos Itamarati, BCN e Bic-Banco.
Provavelmente teria uma carreira de sucesso no ramo se, em 2002, não tivesse sido demitido do Bic-Banco por “supostos esquemas nas contas de alguns clientes (usava o dinheiro), e também por armar um falso sequestro com a gerente Maria José (sua subordinada)”. Tudo isso de acordo com dossiê assinado pelo empresário Aldo Locatelli, em posse da Polícia Federal e Ministério Público.
MATÉRIA: Vias de ferro e grãos
2016 - RDM (Revista - Matéria de Capa)
TRECHO: Se o sonho de ver o VLT circulando pelas ruas da capital tem se tornado um pesadelo, do qual não se sabe se é melhor sair ou permanecer, outras propostas começam a “trilhar” caminhos cada vez mais realistas. Porém, ao invés de melhorar a mobilidade urbana e transportar pessoas, surgem como alternativa para escoar a produção, transportando grãos, carnes e afins.


MATÉRIA: Taxar ou não taxar? Eis a questão
2017 - RDM (Revista - Matéria de Capa)
TRECHO: "O governo se mantém neutro, pois, apesar de publicamente se posicionar contrário à taxação, encomendou estudo para analisar sua viabilidade. Além do mais, caso seja aprovada pela Assembleia, seria conveniente, pois enquadraria o orçamento estadual dentro da meta da Lei de Responsabilidade Fiscal, o que garantiria recursos oriundos da União no ano seguinte"
MATÉRIA: Riva, o regente da orquestra: retrospectiva de um ex-deputado que passou mais da metade do ano na cadeia
2015 - Olhar Direto (Portal de Notícias)
TRECHO: "De acordo com a postura do ex-deputado, a culpa é de quem o culpa. Entretanto, se realmente Riva se serviu do poder ao invés de usar o poder para servir, tal desculpa não serve"


TRABALHOS ARTÍSTICOS

CINEMA: Curta-metragem ficcional selecionado pelo edital MT Nascentes, com recursos da Lei Aldir Blanc
2021 - Fraternal (Direção e Roteiro)
SINOPSE: Célia (Vera Capilé) e Luiz (Romeu Benedicto) são, respectivamente, mãe e filho. Confinados em casa durante a pandemia, vivem cada vez mais isolados socialmente e próximos entre si. Célia está abalada pela morte da irmã e pela mudança repentina do outro filho, Augusto, para o Chile. Desestabilizada diante deste contexto, ela nem desconfia que Luiz guarda um segredo.
LITERATURA: Livro de poemas selecionado pelo edital de Fomento da Prefeitura de Cuiabá
2021 - Distopoesia pós-apocalírica (Autor)
CONTRACAPA: Este livro extrai potentes imagens poéticas de construções que não ultrapassam uma página. As várias figuras de linguagem criam interessantes jogos semânticos e a rica intertextualidade possibilita diferentes camadas de leitura. O campo temático é vasto, mas sempre permeado pela contemporaneidade.
Cada poema expressa significações implícitas, porém, quando lidos em conjunto, percebe-se que a obra tece uma sagaz narrativa poética acerca do contexto em que foi escrita (Entre 2018 e 2021).


JORNALISMO: Três perfis jornalísticos para compor catálogo produzido pelo Sesc Mato Grosso
2019 - Artesanato de MT: Saberes pelas mãos do tempo (autor de três dos dezoito perfis)
TRECHO: "Herdeiro contemporâneo de um saber secular, transmitido de geração em geração desde o bisavô (Seo Manduca), Alcides Ribeiro dos Santos, 54, nem sequer faz ideia de quantos troncos foram metamorfoseados em violas-de-cocho sob a alquimia empírica de suas calejadas mãos"
CINEMA: Série de 8 documentários em curta-metragem produzidos pelo Governo do Estado de MT
2017 - Tipos Mato-grossenses (Pesquisador)
TRECHO DO PERFIL: Se um homem não descobriu nada pelo qual morreria, não está pronto para viver”. A frase é de Martin Luther King, símbolo na luta dos negros por direitos civis. Caso estivesse vivo, ele teria 24 anos a menos do que Antônio Benedito da Conceição, o Seo Antônio Mulato, quilombola mais velho do Brasil.


TEATRO

Peça encenada no Cine Teatro Cuiabá e no Festival Satyrianas (SP)
2019 - In-cômodo (Dramaturgo)
SINOPSE: Comédia dramática com cinco personagens: um palhaço sem graça; um militar fanático religioso; a primeira mulher a pisar na lua; um corcunda com dificuldades em se articular verbalmente e uma menina introspectiva. Aparentemente eles não sabem ao certo onde estão e há quanto tempo.
Peça encenada no Cine Teatro Cuiabá
2019 - Acerca de nós (Dramaturgo)
SINOPSE: Um hospital no interior de Mato Grosso abarrotado de feridos divididos entre campesinos e indígenas, grupos que protagonizaram um conflito agrário na região (por isso estão hospitalizadas). Neste contexto, impedidos de continuar o confronto até a morte, são obrigados a dialogar e expor seus respectivos pontos de vista acerca das questões que os levaram ao embate.


Peça encenada no Festival Dramaturgias em Tempos de Isolamento (SP)
2021 - Exóticos (Dramaturgo)
SINOPSE: Exótico vem do grego Exótikós, que significa “alguém de fora, estrangeiro”. Já a palavra estrangeiro deriva do francês arcaico Estrangier, que, por sua vez, se origina do latim Extraneus (estranho). A conotação de exótico, portanto, está relacionada à ideia de estranhamento, de algo ou alguém que eu não posso compreender justamente por ser alheio a mim. Este termo é frequentemente usado em contextos artísticos. Mas, afinal, o que seria artisticamente exótico?
Peça encenada virtualmente no início de 2021
2021 - Depois do fim do mundo vem sempre outro dia (Dramaturgo)
SINOPSE: Além da famosa extinção dos dinossauros, a Terra já viveu outras cinco grandes extinções em massa. Segundo a ciência, atualmente vivemos a sétima. O que nos resta no fim do mundo?


OUTROS PROJETOS

MÚSICA: Estações
2020 - Banda Desheróis (Letrista)
TRECHO: É que o inverno se derrete pela primavera / Que se aquece com a vinda do verão / Que a esquece com a brisa do outono / Que só vai se despir pro inverno / No eterno desejo e abandono / Que tanta assola o mundo moderno / E já não lembro mais a estação / Pois aqui é sempre verão / E já não lembro mais a estação / Pois aqui ninguém mais está são
CONTO: A Língua do Liquidificador
2019 - Selecionado no Prêmio Pixé de Literatura (Autor)
TRECHO: Andei até uma lojinha que só vende coisas de liquidificador, como fosse uma banca que só vende notícias, típicos comércios de produtos em série. Disse que precisava de um novo copo. O vendedor esboçou um riso contido debochando da minha evidente ignorância sobre o assunto e perguntou o modelo. Dos que liquidificam, pensei. Sei lá, respondi.


DOC: Trabalho de Conclusão de Curso na UFMT
2015 - Caximir - Subversão pela irreverência (Diretor, Roteirista e Montador)
SINOPSE: Documentário aborda a trajetória artística do vanguardista grupo mato-grossense Caximir, caracterizado pela experimentação de diferentes linguagens artísticas em suas apresentações (poesia, teatro, música, performance...).
JORNAL IMPRESSO
2014 - Repórter do Jornal Folha do Estado
Trabalhei como repórter de cultura (Folha 3) do Jornal Folha do Estado, mas infelizmente, por conta do fim das atividades da empresa, praticamente não tenho registros destes trabalhos pelos quais sinto um orgulho nostálgico.
